{"id":2980,"date":"2024-11-17T11:54:53","date_gmt":"2024-11-17T11:54:53","guid":{"rendered":"http:\/\/myrun.pt\/?p=2980"},"modified":"2025-08-23T09:16:56","modified_gmt":"2025-08-23T08:16:56","slug":"curto-mas-prolongado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/myrun.pt\/en\/2024\/11\/17\/curto-mas-prolongado\/","title":{"rendered":"Curto, mas prolongado"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>O fim de semana foi, como sempre, curto, embora tenha sido prolongado, pelo que aproveitamos para visitar Vila Nova de Foz C\u00f4a.<\/p>\n<p>Chegamos na sexta-feira e come\u00e7amos o trabalho de carimbar o \u201c<a href=\"https:\/\/www.discoverdouro.pt\/passaporte-douro\"><em>Passaporte Douro<\/em><\/a>\u201d no <a href=\"https:\/\/arte-coa.pt\/museu\/\"><em>Museu do C\u00f4a<\/em> <\/a>que j\u00e1 conhec\u00edamos, mas que revisit\u00e1mos com agrado. O <em>Museu do C\u00f4a<\/em> \u00e9 uma conversa com as nossas ra\u00edzes, uma reflex\u00e3o sobre a humanidade, sobre o que fomos e como aqui chegamos. Aqui encontramos a modernidade ao servi\u00e7o da hist\u00f3ria para nos contar, de forma interativa e din\u00e2mica, o modo de vida ancestral dos povos e explicar a arte rupestre \u00e0 luz das caracter\u00edsticas espec\u00edficas da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_gallery gallery_ids=&#8221;2985,2987,2990,2989&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_gallery][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;|||0px||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>Das v\u00e1rias etapas pelas camadas da hist\u00f3ria, uma das minhas preferidas \u00e9 a final, na sala que exibe um document\u00e1rio sobre como centenas de crian\u00e7as e jovens convictos, com o apoio da comunidade, conseguiram colocar Foz C\u00f4a no topo das prioridades pol\u00edticas e travar a constru\u00e7\u00e3o de uma barragem em favor da preserva\u00e7\u00e3o das gravuras rupestres descobertas no Vale do C\u00f4a.<\/p>\n<p>Nessa sala existe uma transcri\u00e7\u00e3o que me agrada muito: \u201c<em>Muita gente pequena, a fazer coisas pequenas, pode mudar o mundo<\/em>\u201d. N\u00e3o que eu pretenda mudar o mundo ou o que quer que seja. Mas recorda-me de que, mais do que queixar-me e criticar, tenho de contribuir para a realidade em que quero viver. E muitas pessoas sem influ\u00eancia, a fazer coisas pequenas, repetidamente, podem mudar o rumo de empresas, fam\u00edlias, comunidades.<\/p>\n<p>Sa\u00edmos do museu perto das 17 horas a tempo de ver o sol p\u00f4r-se na plan\u00edcie e fazer os Passadi\u00e7os do C\u00f4a sobre um c\u00e9u indeciso entre as cores quentes de Outono e a escurid\u00e3o das noites chuvosas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_gallery gallery_ids=&#8221;2997,2998,3001,2999&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_gallery][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>No S\u00e1bado de manh\u00e3, tomamos o pequeno-almo\u00e7o e fomos ao Centro de Informa\u00e7\u00e3o Tur\u00edstica colocar o carimbo no espa\u00e7o reservado \u00e0 embarca\u00e7\u00e3o \u201c<a href=\"https:\/\/www.cm-fozcoa.pt\/index.php\/turismo\/embarcacao-sra-da-veiga\"><em>Senhora da Veiga<\/em><\/a>\u201d: trata-se de uma r\u00e9plica de um barco rabelo que leva e traz passageiros entre a R\u00e9gua e Barca D\u2019Alva e que vale muito a viagem. Contudo, j\u00e1 conhec\u00edamos, pelo que aproveitamos o dia para fazer um trilho.\u00a0 Das hip\u00f3teses poss\u00edveis, optamos por um trilho n\u00e3o homologado, sem track dispon\u00edvel e com poucas marca\u00e7\u00f5es: estava-me mesmo a adivinhar que ia acontecer o mesmo que ocorreu na <a href=\"http:\/\/myrun.pt\/2019\/07\/28\/por-linhas-tortas-quintinhadarga-serra-darga\/\">Serra D\u2019Arga<\/a> em que nos perdemos e tivemos de inventar trilhos para regressar! O Trilho escolhido foi o PR3 VLF &#8211; Da Poboa \u00e0s Barca. O percurso inicia-se no Centro de Informa\u00e7\u00e3o Tur\u00edstica, onde nos encontr\u00e1vamos e segue em dire\u00e7\u00e3o ao centro da cidade. Passa pela Rua de S. Miguel e atravessa o Largo do Tablado at\u00e9 \u00e0 Pra\u00e7a do Munic\u00edpio. \u00c9 aqui poss\u00edvel visitar a Igreja Matriz, e espreitar a paisagem vis\u00edvel do Pelourinho. O trilho desenrola-se, a partir da\u00ed, pela rua de Santa Quit\u00e9ria at\u00e9 \u00e0 Rua da Barca (antigo caminho de liga\u00e7\u00e3o \u00e0s Barcas do C\u00f4a), sempre com marca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_gallery gallery_ids=&#8221;3007,3006,3005,3004&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_gallery][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>At\u00e9 aos 3,5 kms, o percurso \u00e9 constru\u00eddo maioritariamente de asfalto, embutido em paredes de xisto que seguram correntes de azinheiras, oliveiras e amendoeiras. Terminado o asfalto, imediatamente a terra batida encontra o caminho para o rio Douro e a vista repousa nas encostas recordas de vinhas trabalhadas, que se despencam nas \u00e1guas azuis-esverdeadas.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_gallery gallery_ids=&#8221;3012,3016,3010,3019&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_gallery][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>At\u00e9 \u00e0 Central Hidroel\u00e9trica de Pocinho, fomos sempre a correr com a Ester, acolhidos por mantos de videiras trajadas de cores de Outono. Antes de avistarmos a Central Hidroel\u00e9trica de Pocinho vimos a ultima sinaliza\u00e7\u00e3o de percurso pedestre e seguimos o caminho mais \u00f3bvio. O caminho levou-nos a mergulhar em ondas socalcos habilmente trabalhados, testemunho da intera\u00e7\u00e3o harmoniosa entre o homem e a natureza. Toda a descida at\u00e9 ao Pocinho \u00e9 efetuada entre parcelas de olival e de vinha, passando quase no final, ao lado do complexo do Centro de Est\u00e1gio de Alto Rendimento do Remo, muito bem enquadrado na paisagem.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_gallery gallery_ids=&#8221;3028,3025,3024,3027&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_gallery][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>Antes de chegarmos ao cais fluvial entramos, sem consci\u00eancia, em propriedade alheia e fomos convidados a sair o mais rapidamente poss\u00edvel. Explicamos que nos t\u00ednhamos perdido, mas o propriet\u00e1rio n\u00e3o quis escutar explica\u00e7\u00f5es e encaminhou-nos para a estrada que nos levou \u00e0 Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria do Pocinho. Atravessamos a esta\u00e7\u00e3o e s\u00f3 ao chegar ao fim do trilho, na Zona de Lazer das Frieiras,  \u00e9 que voltamos a encontrar sinaliza\u00e7\u00e3o. Sentamo-nos uns minutos a recuperar o f\u00f4lego a e absorver todos os tons de verde daquelas encostas fartas a precipitarem-se no rio. Ap\u00f3s alguns minutos de descanso, iniciamos a percurso de regresso.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_gallery gallery_ids=&#8221;3029,3034,3039,3031&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_gallery][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>Encontramos, por\u00e9m, a mesma dificuldade de localizar marca\u00e7\u00f5es. Questionamos algumas pessoas que passaram por n\u00f3s, mas ningu\u00e9m parecia compreender do que fal\u00e1vamos. N\u00e3o pod\u00edamos voltar a fazer mesmo percurso para n\u00e3o invadir propriedade privada, mas, de alguma forma, t\u00ednhamos que regressas ao trilho: subimos uma ravina! Cada passo era um convite a falhar o p\u00e9 e a desabar no alcatr\u00e3o. A inclina\u00e7\u00e3o era tamanha que nem se via o c\u00e9u. Fomos subindo e eu pensava em como Vila Nova de Foz C\u00f4a se assemelhava tanto a outros munic\u00edpios do Douro a ser terraplanados e invadidos por mans\u00f5es de propor\u00e7\u00f5es consider\u00e1veis, muitas transformadas em alojamentos de pre\u00e7os incomport\u00e1veis, \u00e0 revelia de uma popula\u00e7\u00e3o rica em car\u00eancias e sem qualquer investimento na manuten\u00e7\u00e3o de percursos pedestres. Um p\u00e9 aqui, uma m\u00e3o ali e chegamos o trilho que t\u00ednhamos percorrido, junto \u00e0 \u00faltima marca\u00e7\u00e3o de que nos record\u00e1vamos. Tentamos compreender onde nos t\u00ednhamos enganado, mas suponho que aquela seria mesmo a \u00faltima marca\u00e7\u00e3o existente.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_gallery gallery_ids=&#8221;3042,3047,3052,3051&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_gallery][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>Ami\u00fade, \u00edamos parando s\u00f3 para absorver a paisagem sem a pris\u00e3o das rotinas repleta de obriga\u00e7\u00f5es financeiras, burocr\u00e1ticas, familiares, que cumprimos desde que nos levantamos at\u00e9 \u00e0 noite, como se a vida fosse uma atividade fabril. E chegamos ao fim do trilho, que apesar de ter sido mais prolongado do que esper\u00e1vamos, se revelou, na verdade, curto.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_gallery gallery_ids=&#8221;3051,3033,3055,3058&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_gallery][et_pb_gallery _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_gallery][et_pb_gallery _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_gallery][et_pb_image src=&#8221;data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMTA4MCIgaGVpZ2h0PSI1NDAiIHZpZXdCb3g9IjAgMCAxMDgwIDU0MCIgeG1sbnM9Imh0dHA6Ly93d3cudzMub3JnLzIwMDAvc3ZnIj4KICAgIDxnIGZpbGw9Im5vbmUiIGZpbGwtcnVsZT0iZXZlbm9kZCI+CiAgICAgICAgPHBhdGggZmlsbD0iI0VCRUJFQiIgZD0iTTAgMGgxMDgwdjU0MEgweiIvPgogICAgICAgIDxwYXRoIGQ9Ik00NDUuNjQ5IDU0MGgtOTguOTk1TDE0NC42NDkgMzM3Ljk5NSAwIDQ4Mi42NDR2LTk4Ljk5NWwxMTYuMzY1LTExNi4zNjVjMTUuNjItMTUuNjIgNDAuOTQ3LTE1LjYyIDU2LjU2OCAwTDQ0NS42NSA1NDB6IiBmaWxsLW9wYWNpdHk9Ii4xIiBmaWxsPSIjMDAwIiBmaWxsLXJ1bGU9Im5vbnplcm8iLz4KICAgICAgICA8Y2lyY2xlIGZpbGwtb3BhY2l0eT0iLjA1IiBmaWxsPSIjMDAwIiBjeD0iMzMxIiBjeT0iMTQ4IiByPSI3MCIvPgogICAgICAgIDxwYXRoIGQ9Ik0xMDgwIDM3OXYxMTMuMTM3TDcyOC4xNjIgMTQwLjMgMzI4LjQ2MiA1NDBIMjE1LjMyNEw2OTkuODc4IDU1LjQ0NmMxNS42Mi0xNS42MiA0MC45NDgtMTUuNjIgNTYuNTY4IDBMMTA4MCAzNzl6IiBmaWxsLW9wYWNpdHk9Ii4yIiBmaWxsPSIjMDAwIiBmaWxsLXJ1bGU9Im5vbnplcm8iLz4KICAgIDwvZz4KPC9zdmc+Cg==&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>Your content goes here. 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O Museu do C\u00f4a \u00e9 uma conversa com as nossas ra\u00edzes, uma reflex\u00e3o sobre a humanidade, sobre o que fomos e como aqui chegamos. Aqui encontramos a modernidade ao servi\u00e7o da hist\u00f3ria para nos contar, de forma interativa e din\u00e2mica, o modo de vida ancestral dos povos e explicar a arte rupestre \u00e0 luz das caracter\u00edsticas espec\u00edficas da regi\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"more-link-wrapper\"><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/myrun.pt\/en\/2024\/11\/17\/curto-mas-prolongado\/\">Ler o Post<span class=\"screen-reader-text\">Curto, mas prolongado<\/span><\/a><\/div>","protected":false},"author":2,"featured_media":3043,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"iawp_total_views":15,"footnotes":""},"categories":[122,123,6,133,121,124],"tags":[22,53,132,128,4,134,129,41,131,25],"class_list":["post-2980","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conhecer-portugal","category-hiking-em-portugal","category-lazer","category-passaporte_douro","category-percursos-pedestres","category-trekking-em-portugal","tag-correr-com-a-ester","tag-correr-com-caes","tag-hiking-em-portugal","tag-mochila-as-costas","tag-myrun","tag-passaporte-douro","tag-pes-ao-caminho","tag-trail-running","tag-trekking-em-portugal","tag-trilhos","excerpt","zoom","full-without-featured","even","excerpt-0"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/myrun.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2980","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/myrun.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/myrun.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/myrun.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/myrun.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2980"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/myrun.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2980\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3080,"href":"https:\/\/myrun.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2980\/revisions\/3080"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/myrun.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3043"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/myrun.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2980"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/myrun.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2980"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/myrun.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2980"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}